As apostas são um jogo solitário e também um jogo de perícia. A emoção mina o sucesso de várias formas. Existe o conforto em saber que quando erra o faz como um cordeiro, que errou, mas porque seguiu o grupo. Nas apostas, as leis do mercado ditam que a longo termo os cordeiros irão ser espoliados. A emoção neutraliza a disciplina e práticas estabelecidas bem sucedidas. A emoção é um factor que ameaça todos os apostadores.

As corridas deveriam ser interpretadas isoladamente. Todos somos emotivos nas apostas ao contrário dos jogadores de topo, que conseguem controlar todas estas emoções.

A maioria dos apostadores é preguiçosa! A tendência humana é tentar “safar-se” com o menor esforço. Estes apostadores são uma presa fácil para os agentes de apostas porque não se esforçam no seu processo de selecção e nem procuram obter o máximo lucro das suas apostas. Seguem religiosamente uma doutrina de pobre planeamento e falta de pesquisa. Recusam-se a estudar e despender tempo a ver qual a melhor forma de serem bem sucedidos nas apostas. Recusam-se a investir no jogo e na sua própria aprendizagem. Não se pode recusar a despender dinheiro e ficar apenas a olhar para a corrida por 30 minutos à espera de ganhar a longo prazo. Não pode mesmo dar-se bem com esta atitude se quer ganhar dinheiro com as apostas.

Se fosse assim tão fácil, milhões de pessoas agiriam assim. Tem que investir nas suas apostas ou pagar a alguém para fazê-lo. Os que se esforçam mais são os que poderão ser melhor sucedidos. Porém, de uma forma espantosa, a maioria dos apostadores falha em aprender com os seus erros tendo em conta que os cometem uma e outra vez ao longo dos anos.

Faça um esforço para melhorar o seu desempenho com as apostas aprendendo continuamente com os seus erros e fraquezas no seu jogo.

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